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baixapombalina - blog sobre as polí­ticas de intervenção na Baixa Pombalina

 

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quinta-feira, dezembro 18, 2003

 

Baixa Pombalina - cronologia


"1755 - violento terramoto e marmoto, bem como o incêndio consequente arrasam centro (administrativo, comercial, habitacional) da cidade de Lisboa; 1755 - decreto ordenando o cadastro de todos os bairros destruídos; 1755 - decreto anunciando estarem já encomendados os planos de reconstrução; 1755 - 1ª parte da dissertação ordenada por Sebastião José de Carvalho e Melo, secretário de Estado, a Manuel da Maia, engenheiro-mor do reino, avaliando as possibilidades da reconstrução neste ou noutro local; 1755 - decreto proibindo a construção de casa em Lisboa antes de aprovada a nova planta da cidade; 1756 - a oferta de 4 % sobre as mercadorias entradas em Lisboa, feita pelos comerciantes da cidade, é aceite; 1756 - envio ao duque de Lafões, por Manuel da Maia, da 3ª parte da dissertação apresentando 6 diferentes hipóteses de reconstrução da zona; 1756 - breve do papa Bento XIV autoriza a reconstrução das igrejas da baixa lisboeta em locais diferentes dos iniciais; 1758 - é aprovada a nova planta da cidade, sendo escolhido pelo secretário de Estado o projecto do cap. Eugénio dos Santos; 1759 - conclusão do projecto definitivo da reconstrução; publicado o decreto que manda iniciar a reedificação de Lisboa; 1759 - são adjudicados os terrenos para a construção da Praça do Rossio; 1764 - início da construção do Passeio Público, articulado com o ângulo NO. do Rossio; 1765 - instalação de um mercado a E. da Praça do Rossio, em terrenos deixados livres pela destruição do Hospital Real de Todos-os-Santos; 1770 - no decurso da abertura da R. Bela da Rainha (R. da Prata) descobrem-se as denominadas termas romanas; 1770 - decreto consagrando a nova divisão paroquial; 1775 - inauguração da estátua equestre de D. José (da autoria de Machado de Castro), encontrando-se os edifícios da Praça do Comércio apenas parcialmente construídos; 1775 - é instituída a Praça da Figueira para mercado de víveres; 1776 - lançamento da 1ª pedra da nova igreja de São Nicolau; 1819 - incêndio na nova igreja de São Julião obriga a obras de reconstrução; 1824 - conclusão da reconstrução da igreja de Nossa Senhora da Vitória; 1834 - transferência da paróquia de Santa Justa para a igreja do recém-desocupado convento de São Domingos; 1836 - incêndio destrói antigo palácio da Inquisição (lado N. do Rossio); 1840 - completada a reconstrução da Praça do Rossio; 1842 / 1846 - construção do Teatro Nacional D. Maria II no local do antigo palácio da Inquisição (Arquitecto F. Lodi); 1850 - conclusão da reconstrução da igreja de São Nicolau; 1867 - lançamento da 1ª pedra do monumento a D. Pedro IV (Arquitecto J. Davioud e escultor E. Robert), no Rossio; 1870 - inauguração do monumento a D. Pedro IV; 1875 - completada a construção do arco da R. Augusta (segundo projecto do escultor A. C. Calmels); 1949 - demolição, após encerramento, do mercado da Praça da Figueira; 1959 - pelo decreto-lei nº 42.142, extinção das freguesias de São Julião e de Nossa Senhora da Conceição (Nova), no decurso da remodelação da divisão administrativa da cidade; 1959 - por decreto do cardeal-patriarca, extinção das paróquias de São Julião e de Nossa Senhora da Conceição (Nova), no decurso da remodelação da divisão eclesiástica da cidade; 1959 - incêndio destrói o interior da igreja paroquial de Santa Justa (igreja do antigo convento de São Domingos); 1964 - incêndio destrói o interior do Teatro Nacional D. Maria II." DGMN

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