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baixapombalina - blog sobre as polí­ticas de intervenção na Baixa Pombalina

 

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Banca de Jornais veja aqui as edições de hoje

 

sexta-feira, Abril 27, 2012

 


domingo, Dezembro 09, 2007

 

Rua do Carmo - o passado e o presente...



sábado, Dezembro 01, 2007

 

Rua Augusta





Sonia Eyer de Mello Guaraldi


sábado, Novembro 03, 2007

 

| staticman na Rua Augusta |

staticman na Rua Augusta a dar o mote a um plano de reabilitação que bate o record de menor velocidade em marcha!...


record guinness de imobilidade 1988
15 horas, 2 minutos e cinquenta e cinco segundos, Amoreiras, Lisboa, 1988
record mundial de imobilidade 1997 e 2003
18 horas, 35 minutos e 15 segundos ( Teatro José Lúcio da Silva, Leiria), 1997
20 horas, 11 minutos e 36 segundos, 2003, Complexo Day After,Viseu 2003
record mundial de menor velocidade em marcha 2000

quinta-feira, Novembro 01, 2007

 

... "sob os mármores quebrados"!...


Foi há 252 anos. Tudo começou com um "trovão subterrâneo", depois veio o grande abalo que destruiu os edifícios e semeou a morte – praticamente só ficaram de pé o Carmo e a Trindade; a cidade estava em chamas do Terreiro do Paço aos arrabaldes [rés-vés Campo de Ourique, dizia-se]. Por fim, o terror das águas do Tejo avançou de repente, elevando-se "mais de cinquenta pés acima de seu nível costumeiro" tragando tudo o que encontrava pela frente.
Dezenas de milhares de pessoas pereceram. Em tempo algum se viveu ou ouviu falar em Portugal de uma catástrofe com aquelas dimensões...


"Philosophes trompés qui criez: "Tout est bien"
Accourez, contemplez ces ruines affreuses
Ces débris, ces lambeaux, ces cendres malheureuses,
Ces femmes, ces enfants l'un sur l'autre entassés,
Sous ces marbres rompus ces membres dispersés."
(fragmento do Poeme sur le desastre de Lisbonne, escrito pelo filósofo Voltaire em 1756)

 

Avaliação sísmica da estrutura de gaiola do edificado pombalino |estudos|



Elementos constituintes da gaiola


O Instituto de Engenharia de Estruturas, Território e Construção do Instituto Superior Técnico e a Universidade do Minho têm, para consulta on-line, dois estudos sobre a vulnerabilidade sísmica da estrutura de gaiola do edificado pombalino – o primeiro, procura “determinar, de uma forma qualitativa, a influência das paredes em frontal pombalino no comportamento sísmico da estrutura e também o “efeito de quarteirão” no comportamento dos edifícios”, o segundo, pretende “quantificar a vulnerabilidade sísmica de um edifício Pombalino da Baixa, denominado edifício-exemplo” de forma a “compreender melhor a influência da gaiola no comportamento global da estrutura para acções sísmicas, para além de permitir identificar o mecanismo expectável de colapso do edifício e a respectiva resistência para estas acções, caracterizando deste modo a vulnerabilidade sísmica do edifício”.

sábado, Outubro 27, 2007

 

| A guitarra de Carlos Paredes no Cais ausente ...




segunda-feira, Outubro 15, 2007

 

|...| " na água que deixa de se ouvir… "

"…

Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.



Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir… " [F. Pessoa, Lisboa Revisitada]

Ao ler, de novo, estes versos de Pessoa, nasceu em mim o desejo de (re)visitar o blog e de escrever. Já lá vão longos meses! Tantos meses que esqueci a senha para efectuar o login. Nada que não se resolva. Afinal este blog tem sete vidas: nasce e renasce. O meu regresso não é um regresso com o "coração mais longínquo" - "vivo num sonhar irrequieto |De quem dorme irrequieto, metade a sonhar." Não vejo outra forma de sentir e amar a Baixa...

sábado, Maio 05, 2007

 

Com a cidade a viver um Entrudo político tardio, convém chocalhar como deve ser a Baixa para a proteger dos castigos do além…



O II Grande Desfile Máscara Ibérica, o maior desfile da Europa, vai animar as ruas da Baixa entre as 17h00 e as 18h00, deste sábado; trata-se de uma organização conjunta da Progestur, EGEAC e Agência Baixa-Chiado.
Os responsáveis pelo evento dizem que “entre máscaras, trajes, rituais, gaiteiros e bombos raramente vistos fora dos locais de origem, mais de 350 elementos mascarados integram o cortejo, representando cerca de 18 grupos originários do norte da Península Ibérica – Ourense, Zamora, Astúrias, Cáceres e norte de Portugal -, acompanhados pelo som de músicos tradicionais”.
Com a cidade a viver um Entrudo político tardio, convém chocalhar como deve ser a Baixa para a proteger dos castigos do além…


Fotos e
animação


sexta-feira, Abril 13, 2007

 

Soturnidade, ao anoitecer, nas ruas da Baixa...


tric.jpg


"Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.

Triste cidade! Eu temo que me avives
Uma paixão defunta! Aos lampiões distantes,
Enlutam-me, alvejando, as tuas elegantes,
Curvadas a sorrir às montras dos ourives." [Cesário Verde]

domingo, Março 25, 2007

 

A Baixa é Vida, Magia e Movimento

 


domingo, Fevereiro 18, 2007

 

Se não cumprirmos Quioto a Baixa pode ficar submersa em seis metros ...


Um cenário catastrófico para a Baixa poderá acontecer em poucas décadas, se a calote polar do árctico sofrer um degelo, devido ao aquecimento global. As águas poderão chegar aos Restauradores!
Na passada semana a associação ambientalista Quercus colocou no arco da Rua Augusta uma régua com sete metros de altura com marcas da subida do nível do mar estimadas em vários cenários. “A subida mais provável do nível do mar, quer à escala mundial quer em Portugal, estimada em estudos científicos é de 1,10 metros até 2080, mas o que é facto é que se houver um degelo do árctico, temos uma subida de seis metros, quase metade da altura do arco da Rua Augusta, em 34 anos”, disse o dirigente da Quercus Francisco Ferreira.”

 

Quantas flores tem a calçada da Rua Augusta?

«Uma flor na calçada da Rua Augusta, Lisboa / Algumas (muito poucas) das figuras geométricas da calçada da Rua Augusta apresentam uma pequena flor no seu interior. Quem terá sido o calceteiro que deixou a sua marca naquela calçada, acrescentando-lhe algumas figuras não previstas no desenho? Sempre que por ali passo faço o mesmo exercício, encontrar a flores ali deixadas por alguém que fez a calçada com prazer». [foto e texto:blog O Jumento]

sexta-feira, Janeiro 05, 2007

 

Viver na Baixa em discurso directo na RR




 


segunda-feira, Janeiro 01, 2007

 

| MEMÓRIAS ... Rua dos Douradores |

Lagoa Henriques e Fernando Pessoa

“O meu avô paterno era alfaiate e morava na Rua dos Douradores, em plena baixa pombalina. Ele ficou viúvo e o meu pai não quis deixá-lo sozinho, por isso mudámos para lá. O meu avô tinha uma nespereira na varanda do 2º andar que dava nêsperas todos os anos. O Fernando Pessoa também morou na zona, tem referências escritas à Rua dos Douradores. Ele morreu quando eu tinha 11 anos e eu dizia para mim mesmo: eu conhecia aquele senhor! Em miúdo andava sempre por ali, a minha escola primária também era na Rua dos Douradores...” [Lagoa Henriques]



sábado, Agosto 26, 2006

 

A bordo do 28 - tarifa válida apenas para uma volta ao mundo e vice-versa... não oblitere!




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domingo, Agosto 20, 2006

 

Os difíceis caminhos da Baixa - ciclos e (inter)ciclos...




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sábado, Agosto 19, 2006

 

Ao longe, a Baixa em amor sofrido …

"Claro que ver-te daqui, do Alto do Castelo, é deslumbrante, não digo que não. Mas há a distância […] daqui não te ouço, […] não te respiro […]. Numa palavra, […] falta cumplicidade… ". |Livro de Bordo, J. Cardoso Pires|

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sexta-feira, Agosto 18, 2006

 

Olhando o mar, sonho sem ter de quê. | Nada no mar, salvo o ser mar, se vê.



"Olhando o mar, sonho sem ter de quê.
Nada no mar, salvo o ser mar, se vê.
Mas de se nada ver quanto a alma sonha!
De que me servem a verdade e a fé?
Ver claro! Quantos, que fatais erramos,
Em ruas ou em estradas ou sob ramos,
Temos esta certeza e sempre e em tudo
Sonhamos e sonhamos e sonhamos.”

PESSOA, Fernando |Novas poesias inéditas|
20/01/1933

 

La ciudad que navega, de Enrique Vila-Matas




“A Lisboa hay que verla en el tiempo exacto de un sollozo. Verla toda entera con la primera luz del amanecer, por ejemplo. O verla bien completa con el último reflejo del sol sobre la Rua da Prata. Y después llorar. Porque uno, aunque sea la primera vez que la ve, tiene la impresión de haber vivido antes allí todo tipo de amores truncados, desenlaces violentos, ilusiones perdidas y suicidios ejemplares. Caminas por primera vez por las calles de Lisboa y, como le ocurriera al poeta Valente, sientes en cada esquina la memoria difusa de haberla ya doblado. ¿Cuándo? No sabemos. Pero ya habíamos estado aquí antes de haber venido nunca.

¿Ya estuvimos aquí antes de estar jamás? “Otra vez vuelvo a verte, Lisboa y Tajo y todo”, escribió Álvaro de Campos, que decía vivir en Lisboa como un fósforo frío mientras las casas de quienes le amaron temblaban a través de sus lágrimas. Sí, claro. Lisboa es el nada nunca jamás. Lisboa es para llorar, puro destino y llanto, fado y luz de lágrima. Pero al mismo tiempo es una inmersión radical en la alegría. “Otra vez vuelvo a verte, / ciudad de mi infancia pavorosamente perdida /Ciudad triste y alegre, otra vez sueño aquí”. No es la ciudad blanca que creyó ver un suizo equivocado, sino una ciudad azul de alegres nostalgias inventadas.

Sólo en Lisboa puede verse un azul de azules, que es un color que aturde. Lo vio Pedro Tamem, que lo inmortalizó así: “Desde lo alto os hablo, desde donde / añado azul de muchos colores / al otro azul que vuestros ojos ven”. Es un azul que se asoma al Atlántico y se confunde con él. A este balcón sobre el gran océano, a esta Lisboa luminosa y enigmática, Cardoso Pires la vio posada sobre el Tajo como una ciudad que navega, pues no en vano hay olas de mar abierto dibujadas en sus calzadas, y hay anclas y hay sirenas. Para Cardoso Pires, la última vista de la ciudad era una cortina de gaviotas enfurecidas levantando vuelo entre el Tajo y él. Si es verdad que veía esto, es que estaba sentado en Terreiro do Paço. “Paso horas, a veces, en Terreiro do Paço, a la orilla del río, meditando en vano”, escribió un tal Bernardo Soares. Si es verdad que Cardoso veía esto, es que estaba junto al muelle de los ferrys, al final de todo y al final de Europa, en una especie de finis terrae, ante un amplio ventanal que le separaba del Tajo.

Ese lugar es el punto de avanzada de una Lisboa que navega y que en Terreiro medita en vano mientras se adentra en el Gran Océano. Con la ciudad y Europa entera a la espalda, claro. Entre el aire, el mar y la tierra, la plaza del Comercio, la multitud, Europa, todo allí queda atrás. “No me digan”, decía Cardoso, “que no es una felicidad dejarse estar de esta manera, junto a una mesa, sobre el agua, las gaviotas saliendo debajo de los pies y pasando a dos palmos de los ojos, en un baile de algarabía”. Para estar en ese lugar hay que ir al modesto Café Atinel. Allí, tierna y confiadamente, podremos sentirnos aún más anclados en la ciudad que nos ha visto partir. Lisboa que navega.

No es el único punto de Lisboa en el que hay felicidad. Tierra adentro, está el British Bar, con su reloj con los minuteros al revés e inmortalizado por Wenders y Fuller en una película en la que ese reloj es metáfora de la relación extraña de Lisboa con el tiempo: reloj del British Bar, a cuatro pasos de Casi de Sodré, donde un reloj municipal –con la leyenda hora legal- marca, en clara oposición a la del British, la hora oficial. También tierra adentro, encontramos el Alto da Graça y, descendiendo, a la deriva, como hay que viajar siempre, la Cervejaría da Trindade, y más allá de todo, el rincón más elegante de la tierra: el bello jardín del Museo de las Janelas Verdes, espacio raro donde un camarero negro de smoking blanco sirve en silencio el cocktail Janelas Verdes´Dream. En ese museo de tierra adentro dentro de la ciudad que navega admiraremos un cuadro profético, Políptico de San Vicente, pintura con seis paneles que, aparte de encerrar el enigma del alma portuguesa, se adelantó en su época a los acontecimientos y anunció los Descubrimientos, es decir que el cuadro sabía perfectamente lo que iba a pasar.

Y si aun nos adentramos más en esa Lisboa que navega y dejamos atrás Janelas Verdes y avanzamos hacia los secretos del barco, hallaremos el Jardim das Amoreiras y más allá Largo do Carmo, centro exacto de la Revolución del 74, ¿quién la quiere olvidar? Y más allá, Bairro Alto, y luego el Chiado y las huellas de los pasos de su famoso poeta embalsamado. Y también las huellas del Otro, las de Sá-Carneiro: “Yo no soy yo ni el otro. / Yo soy algo intermedio”. Lisboa intermedia, Lisboa entre el fin de la tierra y el océano. Lisboa que navega. Ya estuvimos en ella antes de estar jamás.


tela: "Lisboa com o Tejo", de Isabel Magalhães
texto: "La ciudad que navega", de Enrique Vila-Matas [in almargem.net]

domingo, Agosto 13, 2006

 

| "pontos.de.vista" | Os amarelos da Carris na Baixa, de José Gonçalves



terça-feira, Julho 25, 2006

 

| A Loja dos Figurinos da Rua Augusta |

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“Em 1944, o nº 185 da Rua Augusta, na Baixa lisboeta era ocupado por uma pequena loja de revistas de moda. Chamava-se 'Loja dos Figurinos' e pertencia a Manuel Rodrigues. Este era casado com D.Beatriz Aguiar Rodrigues que tinha um filho de um anterior casamento, chamado Mário de Aguiar.No final do Verão de 1944, um folheto a cores com bom recorte gráfico, tirado a 5000 exemplares, anunciou o próximo lançamento pela Loja dos Figurinos de uma nova revista chamada A Moda, de que o nº1 apareceu à venda em Outubro desse mesmo ano com um preço de capa de 5$00. A nova revista não tinha texto mas era profusamente ilustrada com desenhos art-déco de belo colorido, representando modelos de vestidos femininos. Era distribuída pela Agência Internacional, sita na vizinha R. de S.Nicolau.A revista manteve os seus responsáveis no anonimato até ao nº 13, de Outubro de 1945, quando incluiu o seguinte texto: "Mário de Aguiar edita, Eugénio desenha, e a Loja dos Figurinos apresenta ao público". “ [Agência Portuguesa de Revistas – As origens ]

sábado, Julho 22, 2006

 

| Ópera do Tejo, a pompa antes da circunstância … |

Projectada por Giovanni Carlo da Bibiena, um dos mais conceituados arquitectos teatrais do século XVIII, foi inaugurada com grande pompa no aniversário da rainha, em 31 de Março de 1755, com a ópera de David Peres, Alessandro nelle Indie - uma produção deslumbrante que reunia no seu elenco os maiores cantores italianos daquele período, entre os quais Caffarelli, Gizziello, Galieni, Giuseppe Morelli, Anton Raaff e Carlo Reina; em 6 de Junho, no aniversário do rei, cantou-se La Clemenza di Tito, de António Mazzoni.
Sem clemência, o terramoto e o Tejo levou-a, para sempre, no fatídico dia 1 de Novembro de 1755 ...

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Evocação virtual da Ópera do Tejo, destruída pelo Terramoto de 1755, feita pela Associação Recreativa para a Computação e Informática [ARCI]


terça-feira, Maio 09, 2006

 

Baixa, Freguesia de São Nicolau - evolução do número de habitantes

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Zorra que transportou as colunas da basílica da Estrela e do Arco da Rua Augusta, 1870 (c.)




 

Dez centavos, Arco da Rua Augusta


10 centavos
10 centavos



quarta-feira, Abril 12, 2006

 

| Espuma das ondas no cais da partida num provinciano e meditabundo pôr-do-sol de nostalgia! |


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Espuma das ondas no cais da partida … ao fundo, o desbravado mar português num provinciano e meditabundo pôr-do-sol de nostalgia!
Há nações para as quais a Epopeia é ao mesmo tempo o epitáfio, dizia Antero de Quental. Será que este país de regresso a casa, ao cais, não consegue galvanizar-se para outras partidas?

Até parece que o homem da utopia não foi português!...

terça-feira, Abril 04, 2006

 

|" Cada lugar vive da sua Historia e das suas histórias.Depende do tempo com que se olhe para elas" |

»»»»»» Projecto Pedras d'Água do Brasil para a Baixa Pombalina»»»»»»

"O projecto Pedras d' Água tem por base um outro, com o mesmo nome, que decorre no Brasil e que teve como pioneiros Alex Campos, videasta e performer que trabalhou nas favelas de São Paulo, e Ainhoa Vidal, bailarina e coreógrafa que integrou o programa de voluntariado da ONG Rede Feminina de Combate ao Câncer no Paraná. Em Lisboa, o projecto está a cargo do CEM e tem como palco as ruas da Baixa onde decorrem uma série de acções, performances e laboratórios. Algumas acções têm hora marcada, outras são surpresa. Música, dança, exposições, instalações e intervenções para ver, ouvir e participar até Julho." [site CML]
"O projecto Pedras d'Água na Baixa Lisboeta começou em Janeiro e vai estender-se até Julho. Muita acção tem decorrido nestes tempos e cada vez temos mais a sensação de que o movimento enquanto alternativa àpassividade é mesmo revolucionário!!!No outro dia estivemos 3 horas á conversa com o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles e aprendemos sobre a água e sobre o vento e sobre como tudo está ligado...depois conversámos com a historiadora Helena Murteira e vimos Lisboa como lugar de cruzamento de culturas e pensamentos, com uma incrível capacidade de renascer das cinzas... Num dos textos de apresentação do projecto ("A Arte como uma ferramenta para o desenvolvimento da Cultura") falávamos de como "a preocupação com os recursos naturais da Terra, com as condições ambientais e com a consciência que o Ser Humano tem (ou não) do eco dos seus procedimentos no desenvolvimentoda qualidade global da Vida tem impregnado a arte de uma consciência política e social".Se Pedras d'Água terminasse hoje já muito tínhamos aprendido sobre os nossos próprios lugares de paragem e sobre a força necessária para não fechar o potencial de movimento que tem tudo o que existe!!!!!!!!!! lavamos pedaços de rua, conversamos com as pessoas , jogamos badminton na rua de S. Nicolau , dançamos com os mais velhinhos, aprendemos jardinagem e tratamos das plantas que a senhora Rosa tem em casa, escutamos as histórias das pessoas e dos lugares e...acima de tudo estamos realmente vivos, atentos ao ar, àluz, ao passo dos transeuntes...aos sons...é incrível como o carinho de estar realmente presente abre mesmo um lugar especial!!!talvez os cigarros vão aos poucos deixando de ser apagados no chão, talvez a senhora que passeia o cão apanhe os dejectos pelo caminho, talvez a mãe deixe a criança vir brincar para a rua, talvez o senhor da loja de sapatos passe a dizer-me bom dia quando me vê no café...talvez a noite da baixa se livre das sombras daquilo que se diz dela e possa finalmente dançar o seu silêncio misterioso! MAS ISSO É TRABALHO DIÁRIO DE CADA UM DE NÓS!!!!!!!!!!!! até já".


domingo, Abril 02, 2006

 


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terça-feira, Março 14, 2006

 

Baixa (s) ...


O metropolitano e a sintaxe urbana da Baixa.



Fotos: Luís Lobo Henriques e BeckJo [Olhares.com]

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